O cenário do xadrez georgiano foi palco de uma dupla celebração de 27 de janeiro a 5 de fevereiro de 2026, em Tbilisi. Os renomados Baadur Jobava e Nino Batsiashvili sagraram-se campeões nacionais nas categorias Aberta e Feminina, respectivamente, com ambos os mestres alcançando o impressionante feito de seu quinto título no prestigiado Campeonato Georgiano de Xadrez.
Além do Tabuleiro
A capital Tbilisi respirou xadrez durante os intensos dias do 85º Campeonato Georgiano Masculino e do 83º Feminino. Ambos os torneios, disputados em formato de round-robin com 10 jogadores e controle de tempo clássico, foram verdadeiras batalhas de estratégia e intelecto, consolidando o status da Geórgia como uma potência no esporte.
Baadur Jobava, o grande mestre que entrou como favorito na categoria Aberta, justificou as expectativas com uma performance impecável. Desde a quarta rodada, Jobava assumiu a liderança e não mais a cedeu, demonstrando uma combinação de agressividade e solidez que o manteve invicto ao longo de todo o campeonato. Sua vitória foi selada na rodada final com um rápido empate contra seu principal adversário, Tornike Sanikidze, garantindo-lhe o ouro e a glória de mais um título. Sanikidze levou a prata, enquanto Luka Kiladze completou o pódio com o bronze, num torneio que destacou a resiliência e a habilidade dos principais talentos georgianos. A ausência de derrotas para o campeão e vice-campeão ressalta o alto nível de controle e preparação exibido.
No torneio feminino, Nino Batsiashvili reiterou sua supremacia no xadrez georgiano. A também principal favorita dominou a competição com uma sequência espetacular de cinco vitórias consecutivas entre a quarta e a oitava rodadas, assegurando o título com uma rodada de antecedência e uma pontuação de 7.5/9. Sua performance dominante é um testemunho de sua contínua evolução e consistência no tabuleiro, solidificando sua posição entre as melhores jogadoras do país. A disputa pela prata e bronze foi acirrada: na última rodada, Meri Arabidze superou Lela Javakhishvili, criando um empate na pontuação. Contudo, o critério de desempate Sonneborn-Berger favoreceu Javakhishvili, que ficou com a prata, deixando Arabidze com o bronze após uma emocionante conclusão.
A conquista do quinto título nacional por Jobava e Batsiashvili transcende uma simples vitória; ela simboliza a perpetuação de um legado e a confirmação de suas carreiras como pilares do xadrez georgiano. Estes triunfos não apenas enriquecem seus currículos, mas também inspiram a próxima geração de jogadores, reafirmando a força e a tradição do xadrez na Geórgia. Eventos como este são vitrines para o talento local e fundamentais para a promoção do esporte, mantendo a chama competitiva acesa e o interesse do público sempre elevado.
“Com cinco títulos nacionais, Baadur Jobava e Nino Batsiashvili não apenas reescreveram seus próprios recordes, mas também solidificaram sua lenda no panteão do xadrez georgiano.”
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